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sexta-feira, 27 de junho de 2014

As Curtinhas do Moreno



Os Caminhos do Zé!

Venho escrevendo em artigos “Os caminhos do Zé”, já escrevi dois e falta o último, onde conto um pouco do que vem acontecendo com o deputado federal José Augusto Maia e as decisões que terá que tomar agora.

O dia de hoje foi de muitas especulações em torno do que fará o deputado agora, e muitos analistas e comentaristas políticos (Santa Cruz tornou-se a Capital dos analistas políticos), apontam para uma nova realidade: Zé sairia candidato a estadual.

Acredito muito mais que ele possa lançar Tallys Maia como estadual, já que todos estão dando palpite. Mas seja lá o que tiver que decidir, o deputado deve fazer e rápido. O grupo politico não aguenta mais tanto disse-me-disse, e os seus eleitores além dos couros quentes da última pisa, estão servindo para galhofas.

Zé tem legitimidade para tomar qualquer decisão, mas pesará sobre seus ombros o resultado de suas atitudes. Como diria minha saudosa vó Antonina: “Papa mal mexida embola e cria caroços”.

Bom para Ernesto Maia- O pré-candidato a deputado estadual Ernesto Maia está fechando parceria com o cantor evangélico Armando Filho em cidades da região metropolitana. O cantor será candidato a federal e com esta parceria o vereador mostra mais uma vez, a seriedade de sua pretensão, e que sua futura candidatura está sendo construída em bases sólidas.

Federal de Toinho do Pará- Já se comenta nos bastidores da politica que o ex-prefeito e Santa Cruz e pré-candidato a estadual Toinho do Pará já está com federal na ponta da agulha para anunciar, e não seria José Augusto Maia. Todos sabem que na eleição de 2000, Toinho do Pará apoiou Eduardo da Fonte por baixo dos panos. 

E Dimas?- O vice-prefeito Dimas Dantas irá na próxima segunda feira registrar sua candidatura a deputado estadual, com isto disputar uma eleição que pode alavancar sua carreira política. Em conversa com este blogueiro, Dimas afirmou que tem fechados apoios importantes, dentro e fora de Santa Cruz do Capibaribe. 

Vai informar a Paulo Rubem- Tão logo teve a confirmação de que seu federal Paulo Rubem vai para a vice de Armando Monteiro, o vereador Afrânio Marques, já decidiu que terá logo um encontro com o mesmo. O vereador irá informar que em Santa Cruz seguirá com o prefeito Edson Vieira. Ou seja, vai só avisar que apoiará Bruno Araújo. 

Um ano sem resposta

Irá completar um ano que aqui no blog, perguntei quanto custou o São João, quanto entrou de patrocínio, quando foi o cachê de cada artista, quanto entrou dos camarotes, etc. e coisa e tal.

Foto: Jeferson Lulu
E agora, em 2014? São João porreta de grandes atrações e camarotes Vips, as perguntas se repetem. A prefeitura ainda deve a prestação de contas do João 2013, e deveria aproveitar para fazer as duas. 

Vou facilitar: Quanto entrou e quanto saiu em dinheiro?

De onde veio e quanto em dinheiro para o São João da Moda?Quais as pessoas que estão faturando e muito com a venda de bebidas e com os camarotes? 

Vou aguarda... Quem sabe em 2015, volto a perguntar.

Elementos foram presos após trocar tiros com a Polícia em São Domingos


De acordo com informações da polícia, após receber uma denuncia anônima de que dois elementos estariam em um moto dando tiros em no meio da Rua em São Domingos, distrito do Brejo da Madre de Deus, o efetivo policial foi até o local para averiguar a veracidade da informação e foi recebida a bala na manhã desta quinta-feira (26).

Houve troca de tiros e um dos elementos foi baleado, Geamerson dos Santos Ferreira, 19 anos, residente em Pão de Açúcar, distrito de Taquaritinga do Norte foi atingido por duas vezes na perna e mesmo ferido, ainda tentou fugir pulando o telhado de várias casas, mas foi alcançado pelos policiais.

Geamerson foi socorrido na policlínica de São Domingos, ele foi preso juntamente com Jardiel Pereira de Lima, 21 anos, também morador de Pão de Açúcar, e Yngridi Dayane da Silva Sales, 18 anos, foi levada para a delegacia para prestar esclarecimentos, já que estava na companhia dos dois elementos que atiraram contra a polícia.



Um revolver calibre 38 com munições deflagradas e uma moto FAN-150 de cor preta, que foi tomada de assalto em Santa Cruz do Capibaribe dias atrás, foram levados para a delegacia. Os elementos foram encaminhados para o presídio Juiz Plácido de Souza em Caruaru.
Do Estação Notícias

60% dos professores no Brasil são obrigados a trabalhar em mais de uma escola

Menos da metade dos professores de ensino fundamental no Brasil pode se dar ao luxo de trabalhar num único colégio. O dado, revelado pela Pesquisa Internacional de Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês) da OCDE, o clube dos países mais desenvolvidos, joga luz sobre um problema que, de acordo com especialistas, afeta diretamente a qualidade da educação. Segundo o levantamento, que a OCDE realizou junto a cem mil professores em 34 países e cujos resultados apresenta hoje em Paris, apenas 40% dos docentes brasileiros que atuam nos primeiros anos do ensino têm dedicação exclusiva, contra 82% na média das nações pesquisadas.

De acordo com a gerente da área técnica do movimento Todos Pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, por trás dessa realidade estão os salários insuficientes e o baixo número de professores em determinadas áreas.

— Os profissionais de exatas, por exemplo, encontram oportunidades mais atraentes que a sala de aula quando se formam. Isso gera um déficit que acaba sendo tratado com o deslocamento de profissionais — observa. — A consequência é um prejuízo no envolvimento do professor com o projeto pedagógico das escolas.

A vida em mais de uma escola é o caso de Marcelle Aguiar, professora de inglês de 33 anos. Para alcançar renda mensal de R$ 3.500, ela precisou assumir 19 turmas em quatro escolas. Marcelle trabalha para a rede municipal do Rio, onde atua num colégio na Pavuna e outro em Acari, e também para a rede municipal de Magé, na qual dá aulas em mais dois colégios.

— Seria infinitamente melhor se pudesse receber um bom salário para atuar em apenas uma escola. Teria mais tempo para planejar atividades e vínculos ainda mais fortes com os alunos — pondera.

Além da rotina pesada, a professora também já precisou enfrentar escolas inseridas em contextos de violência, como comunidades marcadas pelo tráfico de drogas. Segundo ela, muitas vezes esse peso recai diretamente sobre o professor:

— Em alguns casos, os alunos liberam toda a sua agressividade na escola. Os colégios cada vez mais têm que estar preparados para agir como agentes transformadores. Mas, para isso, é preciso apoio de psicólogos e assistentes sociais, já que determinados aspectos fogem ao nosso alcance.

O cenário descrito por Marcelle também aparece na pesquisa da OCDE, que pediu a professores e diretores (15 mil deles apenas no Brasil) que respondessem a questionários com perguntas sobre liderança escolar, ambiente de trabalho, satisfação e eficiência, práticas pedagógicas e expectativas, avaliação, aprendizado e desenvolvimento de oportunidades. Dos 34 países, somente em Brasil, Malásia e México mais de 10% dos diretores relataram que experimentam episódios de vandalismo ou roubo em uma base semanal. Para a organização, “não surpreende que, tanto no Brasil quanto em outras nações, gestores escolares tenham relatado níveis mais elevados de inadimplência em suas escolas, além de níveis mais baixos de satisfação no trabalho.”

Nosso país também aparece ao lado do México, da Suécia e da Bélgica no quesito respeito ao professor: quase um terço dos professores trabalham em escolas onde houve relatos de intimidação ou abuso verbal por parte dos alunos. O Brasil é um dos únicos também onde mais de 10% dos diretores disseram ter presenciado agressões verbais a seus professores toda semana.

MULHERES SÃO ESMAGADORA MAIORIA

O estudo também comprova uma realidade que qualquer um que já entrou numa escola de ensino fundamental percebeu: as mulheres são a esmagadora maioria dos professores. Mais especificamente, 71% deles (na média de todos os países pesquisados, são 68%).

Embora 96% dos docentes por aqui tenham diploma de graduação, somente 76% completaram cursos de licenciatura. Esse índice fica abaixo da média mundial, de 90%. Mesmo assim, os profissionais de educação básica daqui acumulam uma experiência profissional de 14 anos, só dois a menos que a média.

Também na direção das escolas, só 25% são homens, contra 51% na média da OCDE. As gestoras têm formação mais elevada que seus empregados professores: 96% delas completaram graduação com licenciatura, e 88% fizeram algum tipo de treinamento para assumir o posto administrativo. No entanto, se os diretores nos 34 países da pesquisa somam tempo médio de experiência profissional de 30 anos, por aqui o número cai para 21.

Outro ponto bastante enfatizado pela TALIS é a questão da avaliação de professores e de como ela impacta o dia a dia na sala de aula. Por aqui, 80% dos docentes disseram ter implementado melhores práticas letivas depois de receber bons retornos de seus superiores, contra só 62% na média da OCDE.

A atual coordenadora da pré-escola na Escola Americana, Isabela Baltazar também já foi professora da instituição e defende que, em ambas posições, o retorno sobre o trabalho em sala de aula é fundamental para o bom rendimento:

— Dando este tipo de suporte, temos professores mais confiantes. Isso passa mais segurança ao aluno.

SOBRE A TALIS

Esta é a segunda edição da Pesquisa Internacional de Ensino e Aprendizado, sendo a primeira realizada em 2008 com pouco mais de 20 países. Para o Talis 2013, foram ouvidos cerca de 100 mil professores e diretores de escolas em 34 países. No Brasil, cerca de 15 mil docentes e mil gestores de escolas atenderam aos questionários enviados pela OCDE.

A organização os pediu que respondessem questões que versavam sobre liderança escolar, ambiente de trabalho, satisfação no trabalho e eficiência, práticas pedagógicas e expectativas, avaliação e feedback, aprendizado e desenvolvimento de oportunidades.
O Globo

Dilma sanciona sem vetos Plano Nacional da Educação


A presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou nesta quinta-feira (26), sem vetos, o Plano Nacional da Educação (PNE). Foi mantida a previsão de gastos de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação, ainda que não esteja indicada a participação dos governos federal, estaduais e municipais nesse índice - hoje, o percentual está na casa dos 6%.

Também permaneceu a inclusão de programas como ProUni (bolsas para alunos de baixa renda) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no cálculo dos 10%.

Entidades estudantis e educacionais insistiram para que o percentual considerasse apenas gastos na educação pública, mas esse entendimento foi derrotado no Legislativo.

Havia a expectativa de que a presidente vetasse trecho que estabelecia um repasse mínimo de dinheiro por aluno na educação básica por parte das esferas de governo, o que poderia ter impacto nas contas públicas. A restrição se refere ao texto, aprovado pelo Congresso Nacional no início do mês, que previa um complemento do Governo Federal ao orçamento de estados e municípios que não atingissem o valor considerado mínimo para um bom ensino - o chamado custo-aluno qualidade.

De acordo com estimativa da Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação (Fineduca), a União seria responsável por um desembolso de R$ 46,4 bilhões anuais. Segundo a proposta, a fórmula para o cálculo desse novo conceito deveria ser definida num prazo de dois anos.
Valor

quinta-feira, 26 de junho de 2014

SÃO JOÃO NO JUNDIÁ


Mulher que 'dormiu com 10 mil homens' diz não fazer sexo há 3 anos



Há pelo menos três anos a australiana de 36 anos que afirma já ter dormido com 10 mil homens diz estar sem sexo. Gwyneth Montenegro está lançando o livro “10.000 Men and Counting” ("10 mil homens e ainda contando", na tradução livre) no qual relata sua experiência de 12 anos trabalhando como garota de programa de luxo, sua dependência de drogas e álcool e o abandono. Em entrevista exclusiva ao PAGE NOT FOUND, antes de iniciar um tour pelos Estados Unidos e pela Europa para lançamento do livro, Gwyneth conta como enfrentou o bullying na adolescência e ingressou na carreira da prostituição, superou um estupro coletivo, a morte do pai e como se tornou uma piloto comercial, oradora motivacional, consultora especializada em programação neurolinguística e empresária. 

PAGE NOT FOUND: Quando você teve a ideia de escrever um livro sobre sua história? 

GWYNETH MONTENEGRO: Decidi escrever esse livro há uns três anos, foi um trabalho muito introspectivo porque resgatei todos os sentimentos e segredos que vinha guardando durante muito tempo. Escrevi todo o livro em oito meses, me dedicando em tempo integral para isso. Foi uma experiência catártica, eu mergulhei nas minhas emoções e deixei as coisas fluírem. Esse processo foi realmente poderoso e me deu mais confiança em mim mesma.


PNF: Como você se tornou uma acompanhante de luxo?

GWYNETH: Eu tinha uma vida normal, trabalha em um shopping, e namorava um cara por quem eu era realmente apaixonada. Mas era um amor juvenil, eu tinha 19 anos. Quando a gente terminou eu fiquei devastada, perdida, depressiva mesmo. Foi quando pensei “por que não usar o meu corpo ao meu favor?”. Eu já tinha trabalhado como modelo por um tempo e comecei então a dançar em boates. Depois de um tempo, percebi que trabalhar como acompanhante de luxo era um bom negócio, que dava para fazer um bom dinheiro com isso. No início eu comecei a dividir meu tempo entre a dança e o trabalho como acompanhante, mas quando vi que isso dava mais dinheiro acabei optando por esse caminho 

PNF: Você se lembra do primeiro programa? Foi para se sentir confortável que você começou a beber e usar drogas?

GWYNETH: Eu já tinha a experiência com a dança nas boates e isso me ajudou muito. Depois que você vende o seu corpo uma vez você pode vender outras 500 que vai ser da mesma forma. É claro que beber e usar drogas fazia parte daquele mundo e eu me lembro de me embriagar para fugir da minha realidade. Eu me lembro que um dos clientes mais frequentes sempre usava cocaína e eu acabei indo na mesma onda. 

PNF: Você foi vítima de um estupro coletivo. Como foi isso? 

GWYNETH: Eu fui estuprada depois de ser abandonada pelos meus amigos em uma boate. Alguém colocou alguma droga na minha bebida e foi quando tudo aconteceu. Eu não tinha muita consciência do que estava acontecendo, mas não conseguia fazer nada para impedir. Foi uma experiência terrível porque eu cresci em uma família cristã, minha primeira relação sexual foi teoricamente tarde para os dias de hoje, eu tinha 17 anos. O estupro coletivo ocorreu quando eu tinha acabado de fazer 18. Foi uma experiência realmente apavorante pra mim. Eu já tinha sofrido muito bullying na escola, era o “patinho feio”, alta demais, inocente e tímida. Daí, quando os meus amigos me deixaram sozinha naquela boate e eu acabei sendo estuprada. Perdi todo a confiança na raça humana. Reviver tudo isso para escrever o livro foi muito doloroso, mas, ao mesmo tempo, foi um resgate do que eu sou e do que eu me tornei.

PNF: Quando você decidiu parar?

GWYNETH: Teve um momento no qual eu trabalhava para a agência de veículos Broco e também para uma agência de acompanhantes de luxo. Eu tinha uns 24 anos e estava realmente viciada em drogas. Um dia estava bem chapada e sofri um acidente de carro horrível. Quase morri. Sério, eu encarei a morte e esse foi o estopim para parar com a vida que eu levava. Foi como uma advertência para me mostrar o quanto a vida é curta. Esse acidente foi uma experiência tão apavorante que eu acabei contando para os meus pais tudo o que eu vinha fazendo, quando eles me visitaram no hospital. Foi muito doloroso pra mim e para eles, porque eles sempre foram muito católicos, mas não me nunca julgaram. Após o acidente criei um medo tremendo para dirigir carros, mas, por outro lado, resolvi estudar para pilotar aviões. Então, seis meses depois do acidente eu tirei a minha carteira de aviação. Eu estava apaixonada por voar, até que tive um sério problema de saúde e tive que retirar o rim. Com isso, perdi o meu certificado para pilotar aviões por uma questão médica e de segurança com os passageiros. Isso me devastou e eu voltei a trabalhar como acompanhante. 

PNF: Como foi esse retorno?

GWYNETH: Eu estava com 30 e poucos e pensei: "Se eu for voltar para essa vida vai ser para fazer meu pé de meia". Então eu comecei a trabalhar e guardar e investir meu dinheiro. Hoje eu tenho uma propriedade e há três anos parei de fato com esse trabalho. 

PNF: Você namorou alguém nesses 12 anos?

GWYNETH: Não, na verdade era muito difícil ter um relacionamento sério com alguém quando você trabalha como uma acompanhante de luxo.




PNF: Você realmente transou com 10 mil homens ou você só usou o número como uma simbologia para o livro?

GWYNETH: Não é um número simbólico. Eu cheguei a esse número a partir dos impostos que eu pagava todas as vezes que me encontrava com um cliente. Quando fiz as contas e cheguei a esse número pensei: “Uau, isso é muita coisa. Me doeu, sabe”. 

PNF: E você se lembra de todos eles ou de algum em especial?

GWYNETH: Não me lembro de todos, não mesmo. Claro que os mais frequentes, os mais engraçados ou os mais estranhos não dá para esquecer. 

PNF: Em seu livro você descreve sobre as escandalosas atividades e orgias sexuais as quais você se submeteu. Que tipo de coisa você fazia? 

GWYNETH: Eu era muito jovem, sabe. Comecei muito tímida e, aos poucos, fui ganhando segurança comigo mesma e passei a entregar serviços além do que os meus clientes estavam esperando. Muitos homens choravam e queriam apenas um pouco de intimidade, não era uma coisa tão mecânica ou só pelo sexo. Eles realmente querem conhecer a mulher que está ali e era assim que aconteciam as coisas. Algumas vezes eles tinham uma fantasia e eu as realizava, afinal aquilo era parte do meu trabalho. Encontros bissexuais eram comuns, eu ia para cama com um outro homem e uma garota. Nas orgias participavam cerca de quatro, cinco homens. Não mais do que seis. Era comum também sempre ter uma outra mulher nesses encontros. Nunca fiz sexo sem camisinha e fazia sempre testes mensais para checar se tinha alguma doença sexualmente transmissível. 

PNF: Qual foi o pedido mais estranho que você recebeu?

GWYNETH: Oh, meu Deus! Um dos meus clientes quis se vestir de mulher, ele colocou lingerie e até mesmo maquiagem. Nós estávamos em um quarto de hotel que tinha uma varanda para a área da piscina e depois de um tempo percebemos que todo mundo podia nos ver. Foi muito engraçado e constrangedor ao mesmo tempo. Foi um show de exibicionismo, meu Deus. Foi embaraçoso, mas eu conto coisas muito mais escandalosas no livro.


PNF: Sua vida era cheia de luxo e glamour, certo?

GWYNETH: Sim, muitas viagens, carrões, hotéis. Fiz algumas viagens internacionais a trabalho, fui para Bora Bora (Polinésia Francesa), por exemplo. Eu era uma acompanhante de luxo e fazia o meu trabalho muito bem.O segredo de uma boa acompanhante é a discrição, eu sempre estava bem vestida, mas não era vulgar. Eu era uma companhia, alguém com quem as pessoas conversavam em um jantar e sequer imaginavam que eu estava trabalhando. Eu cheguei a fazer algo como 20 mil dólares australianos(cerca de R$ 41 mil). 

PNF: Você sentiu em algum momento que a sua vida estava em perigo?

GWYNETH: As pessoas eram muito legais comigo, acho que eu tive muita sorte na verdade. Não tive clientes violentos ou que se impunham sobre mim. Eu sou uma mulher de presença, sou alta e corpulenta. Sei impor respeito.

PNF: Você fez amigos neste ramo?

GWYNETH: Não, não. Eu sempre fazia amigos fora dessa área. É até fácil ter “amigos” neste ramo, mas não é uma amizade de verdade. As relações são bem falsas e superficiais. 

PNF: Como é a sua relação com sua família e amigos agora?

GWYNETH: Meus pais sempre me apoiaram, embora não se orgulhassem do que eu fazia. Meu pai morreu há quatro anos de câncer, e essa perda foi uma das coisas que me impulsionou a encerrar a carreira como acompanhante de luxo. Tenho cinco grandes amigos, que são o máximo pra mim. Claro que no Facebook tenho alguns da época da escola, mas que não fazem ideia do que eu fazia da vida. Acho que agora com a publicação do livro vão saber, né? (risos). Com certeza isso vai me render muitas conversas no Facebook. 

PNF: Como era e como é sua relação com o dinheiro hoje?

GWYNETH: Essa é uma boa pergunta! Eu era muito boa em gastar dinheiro, adorava fazer compras, era uma terapia pra mim. Sempre tive vestidos lindos, sapatos caros. Eu dizia para os meus amigos e para os meus parentes que não sabiam do meu trabalho que eu continuava trabalhando como modelo e fazendo comerciais. Eu era uma boa mentirosa. Hoje em dia sou uma pessoa mais centrada, sei guardar e investir meu dinheiro. Quando eu avalio o que eu fazia com o meu dinheiro antes fico observando o quanto eu era dissociada do real valor das coisas.


PNF: Você recebia boas gorjetas?

GWYNETH: Claro! Perfumes, chocolates, jantares luxosos. Eu era muito bem tratada. 

PNF: Como é sua vida sexual atualmente? Está namorando alguém? 

GWYNETH: Não! Eu estou solteira há cinco anos e não estou pronta para namorar ninguém agora. Tenho focado minhas energias no meu negócio, não tenho tempo para nada além disso. Eu parei de trabalhar como acompanhante há três anos e desde então não fiz mais sexo. 

PNF: E você não sente falta? 

GWYNETH: Sim (risos), claro. Mas não tenho pensado nisso, eu estou bem concentrada no meu trabalho. Às vezes fico imaginando como vai ser o meu primeiro encontro amoroso depois do livro, sabe? Eu vou me apresentar para alguém como a autora de “10 Mil Homens e Ainda Contando”? Vai ser interessante. 

PNF: É provável que as pessoas que se aproximem de você estejam interessadas na sua habilidade e experiência sexual. Não tem medo de se envolver com alguém assim?

GWYNETH: Uma das boas coisas dessa profissão é que você aprende a ler as pessoas porque você precisa aprender a ler as necessidades e as preferências das pessoas. Eu, particularmente, tenho uma intuição muito boa então sei que não vou cair em nenhuma armadilha assim. 

PNF: Você está preparando uma sequência para o livro, certo? Sobre o que você vai falar?

GWYNETH: Vou contar mais histórias sobre o meu passado. Tenho muita coisa para contar ainda.



PNF: Sua história é real, mas você se inspirou no estilo de Erika Leonard James, de “50 tons de cinza”?

GWYNETH: Eu li alguns dos livros e a acho fantástica, mas a minha história é completamente diferente porque é real. Eu escrevi para mostrar que a carreira não é glamourosa e luxuosa como as pessoas imaginam. Você realmente vai usar vestidos lindos, ir a lugares incríveis e ter muito dinheiro, mas a gente acaba pagando um preço muito alto do desgaste psicológico e mental que não compensa. Especialmente se você fica muito tempo nesse ramo, como foi o meu caso. Eu definitivamente mostro esse mundo como ele realmente é com todos os problemas. 

PNF: Hoje você trabalha encorajando mulheres. De onde você tira tanta confiança e auto estima?

GWYNETH: Eu não diria que sou uma feminista, mas sou uma defensora da igualdade e das minorias. Sou adepta de uma campanha antibullying e sou contra qualquer tipo de preconceito. Eu adoro inspirar as pessoas, ajudá-las a confiar nelas mesmas. Não acho que nada seja impossível para alguém. Se eu pudesse voltar no tempo eu jamais trabalharia como acompanhante. O dinheiro não vale a pena. Eu vejo o quanto eu poderia ter feito, eu consegui tirar a minha certificação para pilotar e agora fiz o curso de programação neurolinguística, criei a Fundação "Fearless" e hoje me sinto muito feliz por inspirar as pessoas. Isso tem me ajudado muito não só a lidar com os meus dilemas e conflitos internos quanto com o das outras pessoas.

Mãe é suspeita de acorrentar o filho e sair para beber no TO, diz delegado



Menino de seis anos foi encontrado acorrentado

Mulher chegou a ser presa, mas teve a liberdade concedida pela Justiça.
Caso aconteceu em Buriti do Tocantins, nesta quarta-feira (25).

dentro de casa, em Buriti do Tocantins
(Foto: Divulgação)

Uma moradora de Buriti do Tocantins, extremo norte do estado, é suspeita de manter o próprio filho de 6 anos acorrentado para sair de casa. A informação é do delegado da Polícia Civil de Araguatins, Hélio Domingos de Assis.

 Ele contou que a mãe, de 41 anos, foi autuada por abandono de incapaz e maus tratos. Ela chegou a ser presa nesta quarta-feira (25), mas foi solta na tarde desta quinta-feira (26), por ordem da Justiça, segundo o delegado.

A prisão aconteceu depois da denúncia de um vizinho. "Ele ouviu os pulos da criança, que estava acorrentada, decidiu olhar pelo muro e viu que o menino estava com as pernas presas por uma corrente. O vizinho foi quem ligou para a Polícia Militar", contou o delegado.

Ao chegar à casa da mulher, a polícia conseguiu entrar e soltar o menino. Segundo Assis, a mãe teria deixado a criança sozinha em casa e saído para beber. "Ela foi presa perto de um bar e estava sob os efeitos do álcool". A mulher, o menino e uma menina, também filha dela e que estava na casa de uma vizinha, foram levados para a delegacia. "Enquanto a mulher permaneceu presa, os filhos ficaram com uma vizinha porque os parentes não quiseram ficar com eles", completou o delegado.

Assis disse que "o estado de embriaguez era tanto que ela não conseguiu falar muito. Mas ela disse que tem o direito de manter o filho acorrentado. É uma situação difícil, eles vivem em extrema pobreza". De acordo com o delegado, a mãe já esteve envolvida em outro caso como este. Por meio da Defensoria Pública do Estado, a Justiça concedeu liberdade à suspeita.

O G1 tentou contato com a Defensoria Pública do Tocantins e com o Conselho Tutelar do município mas os telefonemas não foram atendidos.

TSE decide que minirreforma eleitoral só valerá em 2016

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (24), por maioria (quatro votos a três), que a minirreforma eleitoral aprovada no fim do ano passado pelo Congresso só valerá nas eleições de 2016.

De acordo com o entendimento da maioria dos ministros, a Constituição estabelece que alterações no processo eleitoral devem ser feitas até um ano antes da eleição e, por isso, as mudanças não poderão ser aplicadas no pleito deste ano.


A decisão foi tomada após consulta formulada pelo ex-senador Sérgio Souza (PMDB-PR) sobre a validade ou não da minirreforma neste ano. A resposta dada pelo TSE tem força de resolução e deve ser seguida.

A lei traz medidas que, em tese, reduzem o custo das campanhas eleitorais, como a limitação de cabos eleitorais e de despesas com alimentação e combustível nas campanhas.

Alguns parlamentares argumentavam que as mudanças eram administrativas e já poderiam ser implementadas. Outros defendiam que só valeriam para as eleições de 2016 porque, na interpretação deles, alteram o processo eleitoral. Ainda cabe recurso da decisão ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A discussão sobre o tema começou há um mês, quando o relator da consulta, ministro João Otávio Noronha, entendeu que a minirreforma poderia ser aplicada. O ministro Gilmar Mendes pediu mais tempo para avaliar se deveria ser aplicado o artigo 16 da Constituição, que estabelece que alterações no processo eleitoral só podem ser feitas um ano antes.
Nesta terça, Mendes entendeu que as regras não podem ser aplicadas e foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli, Luciana Lóssio e Luiz Fux. "Em razão do momento em que nos encontramos, com convenções realizadas, eu realmente não posso acompanhar [o entendimento do relator]", disse a ministra Luciana Lóssio.

"O processo eleitoral propriamente dito já se iniciou com as convenções", destacou o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli.

Noronha manteve a posição anterior e foi acompanhado por Laurita Vaz e Henrique Neves. "Não afeta a normalidade das eleições e nem a perturbação do pleito. É muito claro que não há nesse caso alteração com propósito casuístico", frisou Noronha.

O que dizia a minirreforma eleitoral
A lei prevê limitação de cabos eleitorais e de despesas com alimentação (10% dos gastos) e aluguel de veículos (20% dos gastos) nas campanhas, além de proibir o "envelopamento de carros" com adesivos.

A nova lei também autoriza que políticos que receberam punição da Justiça Eleitoral parcelem a multa em até 60 vezes, desde que cada parcela não ultrapasse o limite de 10% de seus rendimentos.

Apesar de a minirreforma não ser aplicada, algumas inovações da lei estarão em vigor neste ano porque estão previstas em resoluções do TSE que foram aprovadas pelo plenário. Entre elas estão o prazo para troca de candidatos, até 20 dias antes do pleito (15 de setembro), e punições a ofensas a candidatos na internet.
Do G1, em Brasília 

PM troca tiros com suspeitos de trafico e fere um em Caruaru, no Agreste

O ferido foi socorrido para HRA e continua sob custódia da PM. O outro foi encaminhado à Penitenciária Juiz Plácido de Souza. Armas e droga foram apreendidas.


A Polícia Militar trocou tiros com dois homens na noite dessa terça-feira (24), Dia de São João, em Caruaru, no Agreste pernambucano. Segundo a PM, os policias receberam a informação de tráfico de drogas no bairro Canaã e ao chegarem ao local foram recebidos com disparos de arma de fogo. Após revidar, um tiroteio iniciou e um dos suspeitos de tráfico foi ferido. 

Ainda de acordo com a PM, Ricardo da Silva Santos, 18 anos, e Jonas Rodrigues de Deus, 27, atingido com um disparo, utilizavam o local como boca de fumo.

Estavam em posse dos suspeitos R$ 432 em dinheiro, dois revólveres calibres 32 e 38, respectivamente, oito munições, além de 19 papelotes de maconha.

O ferido foi socorrido ao Hospital Regional do Agreste (HRA) e não corre risco de morte. Ele continua sob custódia da PM. O outro foi levado à Delegacia Regional de Caruaru e em seguida encaminhado á Penitenciária Juiz Plácido de Souza, na cidade.

Portal Liberdade.

Cada vez mais distante

Vereadora Narah Leandro tem função na campanha de Paulo Câmara

Agora está explicada a ausência sentida da vereadora santacruzense Narah Leandro (PSB) em muitos acontecimentos recentes em Santa Cruz do Capibaribe.

É que segundo informações, a Musa da política da Terra das Confecções, tem função importante na campanha do socialista Paulo Câmara rumo ao governo de Pernambuco. Ela trabalharia de forma estratégica na campanha e já figura conhecida na cúpula do grupo do ex-governador Eduardo Campos.

Desde que assumiu o cargo de vereador em sua terra, Narah Leandro vem demonstrando um discurso voltado para as coisas do Estado, apesar de importantes ações na cidade, mas desde o inicio seu comportamento político indica algo maior.Ela é peça importante na UVP Mulher. 


Imagem: Blog do Ney Lima
  

O articulador


O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) vem se apresentando como um dos principais articuladores na região agreste da pré-campanha de Paulo Câmara (PSB) ao Governo do estado de Pernambuco. Recentemente, Moraes foi o responsável pela articulação que resultou na adesão à candidatura de Paulo Câmara do petebista Dr. Ivaldo Figueroa que junto a Paulo de Lú, lideram as oposições na cidade das Vertentes. No último pleito obtiveram 42% dos votos válidos.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

SEXO EM NOME DO FUTEBOL

A rotina sexual de Marlen após jogos da seleção chilena foi interrompida na última segunda-feira(23). A promessa de 18 horas, caso o Chile vencesse a Holanda, não precisou ser cumprida devido à vitória holandesa.



Até agora, a atriz pornô passou por duas maratonas de sexo. A primeira durou 12 horas após a vitória sobre a Austrália. A segunda foi de 16 após o Chile vencer a Espanha.


A atriz pornô Marlen Doll atacou mais uma vez. Agora, a promessa da chilena é contra os brasileiros.

Atriz Pornô Promete Dois Dias de Sexo se Chile Eliminar Brasil da Copa.

Marlen, que já prometeu muitas horas de maratona de sexo nas três primeiras partidas da Copa, agora diz que dará dois dias inteiros de prazer para seus fãs.

“Se o Chile ganhar a próxima partida, eu prometo dois dias de prazer”, escreveu Marlen.

MP pede a demissão do primo de Rosemary Noronha



O Ministério Público Federal em São Paulo recomendou a exoneração imediata de um primo da ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha, exonerada da função em 2012 após denúncias de envolvimento em um esquema de corrupção. Marcelo de Lara Peixoto foi nomeado para ocupar cargo de confiança na extinta Rede Ferroviária Federal em São Paulo em 2009 e, para os procuradores, sua admissão foi irregular.


Na recomendação, a procuradora da República Thaméa Danelon afirma que e-mails interceptados pela Polícia Federal na Operação Porto Seguro mostram que Rosemary pediu a nomeação do primo “com urgência” para o cargo comissionado no Ministério dos Transportes. (De O Estado de S.Paulo - Lilian Venturini)

DIREÇÃO PERIGOSA MOTO É PRESA EM JATAÚBA



Nesta terça feira a policia Militar da Jataúba ao realizar rondas rotineiras tentando da mais proteção à população os policiais Cb Pereira Sd. Arquilino e o SD Leandro Aleixo se depararam com uma pessoa de menor de idade em uma moto pop 100 de placa PEX 7661 de Jataúba realizado direção perigosa o mesmo estava empinando o moto em via pública.




O fato ocorreu nas proximidades do matadouro publico que fica bem próximo à residência do menor que foi levado a sua família para que ficassem cientes do assunto, depois levaram o menor a Delegacia local para as medidas cabíveis o menor foi liberado com a presença de sua família que o representou e a moto ficou detida pois está atrasada.
Sd. Arquilino Cb Pereira Sd Leandro Aleixo 
Ruy Siqueira

''VEREADOR DE JATAÚBA SOFRE SEQUESTRO RELÂMPAGO EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE''




Junior Silva (Coroinha) e Jackson Bruno( Galego de Antônio de Roque)O vereador Jackson Bruno (PMDB) mais conhecido por Galego de Antônio de Roque, foi vítima de sequestro relâmpago, ontem (24), na cidade de Santa Cruz do Capibaribe. 

Depois de almoçar no restaurante da Picanha ao lado da igreja de São Cristóvão em pleno centro de Santa Cruz do Capibaribe, o vereador Galego de Antônio de Roque e seu amigo, “Junior Silva o popular Coroinha” quando se preparavam para entrarem em seu carro, nisso instantaneamente, um individuo invadiu o veículo e se sentou no banco de trás e, armado com uma pistola ordenou que ligassem o carro e saíssem imediatamente daquele local, pois havia feito uma “parada” e precisava fugir e mais, que não desse qualquer sinal. Nesse momento, “Coroinha” fez menção de olhar para trás para entregar o seu celular e o dinheiro que tinha, recebendo uma coronhada que o deixou meio grogue.

O vereador Galego ficou calmo e conversou com o bandido que estava muito agitado falando ''calma agente faz tudo que você quiser mais por favor fique calmo'' Coroinha nos relatou que tremeu mais do que uma vara verde pensando que poderia morrer. vocês se lembram que a poucos dias Galego sofreu um acidente na PE 145 onde saiu ileso. 

Depois de andarem por algumas ruas, o assaltante ordenou Coroinha que era o motorista junto com Galego para sair da cidade e que pegasse a PE 160, sentido Jataúba. Após passar do Moda Center, ordenou mais uma vez que entrasse à esquerda onde tem uma favela bem próximo da fazenda de Nando Gato por uma estrada de barro e, mais adiante pediu que parasse o veículo, porém antes de descer, se apoderou dos celulares e do dinheiro de ambos e, em seguida mandou que retornassem sem olhar para trás. “Graças a Deus, mantive a calma e, ele só levou o nosso dinheiro e os celulares”, disse Galego de Antônio de Roque.
Ruy Siqueira