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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Assembleia debate estrategia de convivência com a seca em PE


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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) foi convidada pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pernambuco (Fetape) para participar de uma oficina de organização de uma proposta de Plano Estratégico de Convivência com o Semiárido. O evento ocorre nesta quinta-feira (14), das 9h às 18h, na Cúria Arquidiocesana de Olinda e Recife, localizada na Avenida Rui Barbosa, 409, no bairro das Graças.

A ALPB está sendo representada pelo presidente da Frente Parlamentar da Seca da Casa, através do deputado Francisco de Assis Quintans (Democratas).

O convite foi feito pelo diretor presidente da Fetape, Doriel Barros, e pelo coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Olinda e Recife, padre Josenildo Tavares, que também participara da organização do evento. “A militância e solidariedade sociais e o dever de cristãos nos chamam a reunirmos a sociedade civil para apresentarmos nossas propostas, de forma articulada e coletiva, aos governos Federal e Estaduais, coligindo nossos esforços e trabalhando a partir das iniciativas que temos construído ao longo de anos de experiências e compromissos com essa causa”, diz o convite.

No convite, a Fetape e a Arquidiocese destacam que, “diante do quadro de seca que assola da região Nordeste, a pior registrada nos últimos 40 anos e que já atinge 1.215 municípios, segundo dados da Defesa Civil Nacional, é necessário reunir todos os esforços necessários para buscar solucionar, de forma definitiva, assim como está fazendo a ALPB com a Campanha SOS Seca PB, a implantação de medidas que dotem a população do Semiárido de boas condições para a convivência com o bioma, a partir de ações emergenciais e, principalmente, de investimentos permanentes e estruturantes”.

O presidente da ALPB, deputado Ricardo Marcelo (PEN), destaca que o SOS Seca Paraíba é um movimento suprapartidário e regional para chamar a atenção do Governo Federal e cobrar soluções urgentes das autoridades para o problema, além de obras estruturantes e duradoras para o Nordeste.

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