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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Filho de Eduardo Campos diz que voto em Dilma não envergonha Nordeste

Pedro Campos ao lado de Raul Henry (PMDB). Foto: Andréa Rêgo Barros/PSB
Filho do meio do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, político falecido em agosto, Pedro Campos usou sua conta oficial no Instagram para dizer que os nordestinos, e mais especificamente os pernambucanos, não devem se envergonhar de ajudar a reeleger a presidente Dilma Rousseff (PT) nesse domingo (26). A família de Campos, assim como o PSB, apoiaram o senador Aécio Neves (PSDB) nesse segundo turno da corrida presidencial. Pedro desejou boa sorte à petista e disse esperar que ela mostre que eles estavam errados sobre a expectativa que tinham sobre um segundo mandato de Dilma.

“Torcemos para que Dilma mude mais e faça um governo novo com idéias novas. Quanto ao Nordeste e a Pernambuco não vamos nunca ter vergonha, nosso povo só mostrou mais uma vez que é livre e, acima de tudo, é grato”, escreveu o jovem, estudante de Engenharia Civil, na legenda de uma foto com a imagem do pai publicada nesta segunda-feira (27).

“A gratidão elegeu Paulo por tudo que meu pai fez por esse estado, e agora a gratidão ao Presidente Lula, que virou o Brasil de frente para o Nordeste, levou à vitória de Dilma. O tempo dirá se a escolha foi certa, só sabemos hoje que ela é soberana e representa a vontade do povo brasileiro”, escreveu ainda.

EDUARDO CAMPOS – O jovem também lembrou a memória do pai, que faleceu em um acidente aéreo em meio à campanha presidencial. “Essas eleições mostraram que o caminho estava aberto, o Brasil queria mudar e você saberia conduzir essa mudança. A mudança concreta, perdeu para a possibilidade de mudança”, escreveu Pedro Campos.

No dia anterior, o irmão João Campos já havia feito uma menção ao sonho do ex-governador pernambucano de disputar o segundo turno da corrida eleitoral deste ano. “Meu Presidente, hoje seria o seu dia! Eu te amo, Pai”, havia escrito.

Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos, enquanto Aécio atingiu 48,36% da preferência dos eleitores. Em Pernambuco, a petista teve 3,4 milhões de votos, o equivalente a 70,20% dos votos dos pernambucanos.

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