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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Pedestres se apressam para apanhar dinheiro que caiu de carro forte

Acidente com van de companhia de segurança espalhou o equivalente a R$ 12 milhões no asfalto em Hong Kong.

Veículo levava cerca de US$ 68 milhões (Foto: BBC)

A polícia de Hong Kong está pedindo que o público devolva milhões de dólares levados depois que o carro-forte que transportava o dinheiro sofreu um acidente e espalhou cédulas pela rua. 

O veículo levava cerca de HK$ 525 milhões (cerca de US$ 68 milhões ou mais de R$ 181 milhões) quando sofreu um acidente em uma das ruas mais movimentadas do bairro de Wan Chai.

Cerca de HK$ 35 milhões (US$ 4,5 milhões ou R$ 12 milhões) em cédulas ficaram espalhadas pelo asfalto depois do acidente.

Segundo testemunhas, dezenas de pessoas correram para o local para recolher o dinheiro antes que policiais armados chegassem para isolar a área.

O incidente ocorreu na hora do almoço e causou muito tumulto. Motoristas abandonaram seus carros no meio da rua para recolher o dinheiro espalhado.

Segundo testemunhas, também era possível ver pacotes de HK$ 500 (cerca de R$ 172) embalados em plástico e jogados na rua.

Uma testemunha disse ao jornal local South China Morning Post que viu uma "senhora comum, típica de Hong Kong" sair carregando pelos menos dez destes pacotes de notas.

"Ela estava com uma braçada de pacotes de dinheiro, que era o máximo que ela conseguia carregar. Depois desapareceu nas profundezas de Wan Chai", disse a testemunha.

Crime
A polícia conseguiu recuperar cerca de HK$ 20 milhões (cerca de R$ 6,8 milhões) e já avisou ao público que manter o dinheiro é "um crime muito grave".

Falando pouco depois do acidente, o superintendente da polícia, Wan Siu-hong, pediu que todos os que pegaram as cédulas na rua as devolvessem o mais rápido possível.

"Quem ficar com o dinheiro para uso próprio pode estar cometendo o delito de furto, que é um crime muito grave", disse o policial a jornalistas.

Ele acrescentou que a polícia já iniciou um inquérito para descobrir a causa do acidente. "No momento não podemos descartar nenhuma possibilidade", disse o investigador.

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